SOMOS ALAGOANOS. NÃO SOMOS DO CENTRÃO CORRUPTO E QUE SE REVEZA NO GOVERNO. NÃO SOMOS ESQUERDOPATAS. QUEREMOS SOMENTE LIBERDADE. [e se o liberalismo vigorar AQUI podem crer que o muita coisa mudou]!! NÃO QUEBRE A JANELA!!
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
SÃO DA FUNAI?
TURGOT
Que tal o próprio Turgot? [página 6, logo ali, em defesa à divisão do trabalho]:
"The crops which the earth yield to satisfy the different wants of man, cannot usually serve that purpose in the state in which nature gives them; they must undergo various changes and be prepared by art. Wheat must be converted into flour, then into bread; hides must be tanned or dressed; wool and cotton must be spun; silk must be drawn from the cocoon; hemp and flax must be soaked, peeled, spun, and next, different fabrics must be woven from them, and then they must be cut and sewn into garments, footwear, etc. If the same man who, on his own land, cultivates these different articles, and uses them to supply his own wants, was also forced to perform all the intermediate operations himself, it is certain that he would succeed very badly. The greater part of these preparations require care, attention and a long experience, such as are only to be acquired by working continuously and on a great quantity of materials."
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
A essência do Estado como uma organização criminosa
É verdade que a teoria de nossa Constituição [Contituição americana] diz que todos os impostos são pagos voluntariamente; que nosso governo é uma companhia de seguros mútua, que as pessoas voluntariamente entraram em um acordo umas com as outras para participar. . . .
Mas esta teoria do nosso governo é completamente diferente da realidade prática. A realidade é que o governo, assim como um ladrão de estrada, diz para um homem: "O dinheiro ou a vida". E muitos, senão todos, os impostos são pagos sob a compulsão desta ameaça.
O governo, na verdade, não arma ciladas para um homem em um lugar isolado, pulando repentinamente da beira da estrada para cima dele e, apontando um revólver para sua cabeça, começa a saquear seus bolsos. Mas o roubo não deixa de ser um roubo por conta disso; e ele é muito mais covarde e vergonhoso.
O ladrão de estrada assume sozinho a responsabilidade, o perigo e o crime de seu próprio ato. Ele não finge que ele possui qualquer direito legítimo sobre seu dinheiro, ou que ele pretende usá-lo para beneficiar você mesmo. Ele não finge ser qualquer coisa se não um ladrão. Ele não consegue ter cara de pau o suficiente para declarar ser simplesmente um "protetor", e que ele tira o dinheiro dos homens contra suas vontades, simplesmente para possibilitar que ele "proteja" estes tolos viajantes, que se sentem perfeitamente capazes de defender a si mesmos, ou que não apreciem este peculiar sistema de proteção. Ele é um homem muito sensato para fazer declarações tais como estas. Além disso, depois de ter pego seu dinheiro, ele deixa você, conforme você gostaria que ele fizesse. Ele não continua indo atrás de você na estrada, contra a sua vontade; assumindo ser o seu legítimo "superior", por conta da "proteção" que ele fornece a você. Ele não continua "protegendo" você, ordenando que você se curve e o sirva; exigindo que você faça isso, e proibindo que você faça aquilo; roubando de você mais dinheiro sempre que ele considerar que seja do seu interesse ou de seu agrado fazer isso; e estigmatizando você como um rebelde, um traidor, e um inimigo do seu país, e matando você sem misericórdia se você contestar a autoridade dele, ou resistir às suas exigências. Ele é muito cavalheiro para ser considerado culpado de tais imposturas, insultos, e depravações como estas. Em resumo, ele, além de roubar você, não tenta fazer de você nem seu incauto nem seu escravo.
Lysander Spooner
Democracia e funcionários do governo.
sábado, 5 de novembro de 2011
STF decidiu que dirigir bêbado é crime
"Qualquer critério remoto ou indireto - qualquer "risco" ou "ameaça" - é simplesmente uma desculpa para ações invasivas dos supostos "defensores"das alegadas "ameaças". Um dos principais argumentos da proibição do álcool nos anos de 1920 nos EUA, era que o consumo de álcool aumentava a probabilidade de pessoas (indefinidas) cometerem diversos crimes; portanto, a proibição apoiava-se no que seria um ato "defensivo"em defesa das pessoas e de suas propriedades. Na verdade, obviamente, ela era uma invasão brutal dos direitos das pessoas e as propriedades, do direito de comprar, vender e consumir bebidas. Do mesmo modo poderia ser afirmado que (a) ingestão insuficiente de vitaminas torna as pessoas mais nervosas, que, (b) logo esta insuficiência irá provavelmente aumentar a criminalidade, e que portanto, ( c ), todo mundo deveria ser forçado a tomar quantidades diárias de vitamina. Uma vez que introduzimos "ameaças" a pessoa e a propriedade que sejam vagas e futuras - i.e., que não sejam evidentes e imediatas - então toda forma de tirania se torna desculpável. O único jeito de se defender de tal despotismo, é manter claro, imediato e evidente o critério para invasões perceptíveis."
(Ética da liberdade - Rothbard)
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
livros
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Direitos iguais ou não?
terça-feira, 25 de outubro de 2011
direitos iguais ou não?
sábado, 22 de outubro de 2011
The Swedish Model Reassessed [AFFLUENCE DESPITE THE WELFARE STATE]
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
The Enterprise of Law, de Bruce Benson
whether the parties have abused anybody's will, but whether their actions have conformed to expectations which other parties had reasonably formed because they corresponded to the practices on which the everyday conduct of themembers of the group was based. The significance of customs here is that they give rise to expectations that guide people's actions, and what will be regarded as binding will therefore be those practices that everybody counts on being observed and which thereby condition the success of most activities.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Free Coinage, the Bank of Amsterdam, and Tulipmania
The ideia of free coinage was brought to the Netherlands from the Dutch East Indians, who inherited the concept from the Portuguese. The practice was originated by the degenerate Moslem governments of India, and was copied by Mascarenhas in 1555.The simplest and best-known special case of unrestricted transformation of a metal into money is that known as “the right of free coinage,” or “coinage for private account.” The State will mint coins out of any quantity of metal delivered to it, either making no charge to the person delivering the metal, or merely a very small charge to cover cost. The person delivering the metal receives in coin from the mint the quantity of the metal delivered up by him either without any deduction or with a very small deduction for seigniorage.
Fress coinage was an immediate succerr. Possessors of silver and gold bullion obyained in America:
had vainly sought to evade the coinage exactions of the European princes; now the door of escape was open; they had only to be sent to Holland, turned into guilders andducats, and credited as silver metal under the name of sols banco."
LINKS PARA [1ªS ]BOLHAS [ou: NÃO CULPE O CAPITALISMO, CULPE O REI]
JOHN LAW E A BOLHA [desenho animado] http://blog.mises.org/11749/paper-money-and-the-mississippi-bubble/
INTRODUÇÃO AO LIVRO " Early Speculative Bubbles and Increases in the Supply of Money" lapidar: "There is no real increase in the demand for higher order goods and instead of capital flowing into what the unfettered market would dictate — it flows into malinvestment." http://mises.org/daily/3356
LIVRO EM PDF: Early Speculative Bubbles and Increases in the Supply of Money
LOGO NO PRIMEIRO CAPÍTULO, uma amostra de como funcionam bolhas [que possui como sugestivo nome "The Greater Fool Theory"]:
"This present volume contends, based upon historical experience, that speculative bubbles do occur and that these bubbles are precipitated by a large increase in the supply of money. This monetary intervention creates situations that manifest themselves in malinvestment, i.e., speculative bubbles. What then follows is the required period of readjustment, i.e., crash and depression.This sequence of events is similar to the Minsky/Kindleberger sequence of events that characterize stock market booms and busts, as outlined by Antoin Murphy
1. The market rise starts off because of some exogenous shock such as war, the end of a war, a technological or natural resource discovery, or “a debt conversion that precipitously lowers interest rates." The schick creates new opportunities profit, and a boom is engendered.2. The boom is nurtured by an expansion of bank credit which expand money supply. Alternatively, the velocity of circulation increases.3. As increased demand pushes up the prices of goods and financial assets, new profit opportunities are found and confidence grows in the economy. Multuplier and accelerator effects interact and the economy enters into a "boom or euphoric state." At this point overtrading may take place.4. Overtrading may involve:a. Pure speculation, that is over-emphasis on the acquisition of assets for capital gain rather than income return;b. Overestimation of prospective returns by companies;c. Excessive gearing involving the imposition of low cash requirements on the acquisition of financial assets through buying on margin, by installment purchases, and so on.
5. When the neophytes, attracted by the prospect of large capital gains for a small outlay, become numerous in the market, the activity assumes a separate abnormal momentum of its own. Insiders recognize the danger signals and move out of securities into money.
TULIPMANIA em detalhes [pdf]: http://www.math.mcmaster.ca/~grasselli/Garber89.pdf6. A financial distress period sets in as the neophytes become aware that if there is a rush for liquidity prices will collapse. The race to move out of securities gathers pace.
7. Revulsion against securities develops as banks start calling in loans and selling collateral.8. Panic sets in as the market collapses and the question arises as to whether the government or Central Bank should come in and act a lender of last resort in what has been recently described as a "lifeboat operation." "
[para mais exemplos no século XVII Europeu] http://www.princeton.edu/~ies/IES_Essays/E208.pdf
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
raposa do sol
SE A INTENÇÃO É O DESENVOLVIMENTO LOCAL qual a intenção de expulsar quem não for de determinada [será mesmo tão determinada assim?] etnia. Se for para deixá-los isolados... PARA QUE TANTA TERRA MEO DEOS? É sério. Para deixar intocada e tchau? Um local cheio de ouro e diversos metais preciosos. Sem contar madeira, água, espaço para produção de N coisas de nosso mundo CIVILIZADOPORRA? É insano proibir que brasileiros [ou quaisquer outros] prosperem e possuam suas terras em nome de ideologias baratas que apregoam a INCIVILIDADE e um estilo de vida que remonta a [dezenas?] de milhares de anos atrás.
NO MÍNIMO, SE QUER FAZER UMA DOAÇÃO, que doe o que é do governo, né? pÚAtaqueOspariu, tirar terras de colonos? Já sei, foi muito mais fácil mandar uma canetada e desenhar uma área no mapa - que até hoje vem sendo demarcada, vê se pode... foi na canetada em um escritório qualquer em Brasília só pode. E, claro, PUBLIQUE-SE E FODA-SE. Quem estiver dentro da área demarcada - a demarcar - e não for índio? Bau bau. TÁ ASSINADO RAPÁ!!!!
Exemplo de pessoas que perderam suas propriedades para o "bem público" do meu pau.
[não consegui incorporar esse 1º abaixo, só o 2º]
http://nossagora.blogspot.com/2008/09/raposa-serra-do-sol.html
http://www.google.com.br/imgres?q=raposa+do+sol&um=1&hl=pt-BR&sa=N&biw=1366&bih=643&tbm=isch&tbnid=CII8o3dzN-91vM:&imgrefurl=http://minuano1.blogspot.com/2011/05/raposa-serra-do-sol.html&docid=ptfw2V-tPLo0GM&w=344&h=370&ei=5ReVTta2LZKgtweGn-SFBw&zoom=1
http://www.youtube.com/watch?v=ktRa01IzFcs
http://www.youtube.com/watch?v=XpYsvQnfAFY